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O álcool é veneno
lento que deforma e mata.
Dirão, todavia, os
rapazes inexperientes, ou os homens fracos de espírito:
O álcool alegra-nos
a vida, faz-nos esquecer as mágoas, abafa-nos os desgostos etc. etc.
Infelicidade! Esse
torpor em que ficais após a absorção de copos e copos de bebidas alcoólicas,
que vos tornam ridículos, selvagens, o terror da família ou o alvo da
hilaridade dos maus amigos, nada mais é do que um veneno para o vosso corpo,
uma alucinação para as vossas almas, que presas de um grande avassalamento,
acabarão totalmente loucas, se não acabardes antes de uma ponta de uma faca,
varado pelas balas de um revólver ou vítimas de acidentes.
Quanta desgraça nos
trás o álcool.
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O homem que vive nos
bares, tabernas e cabarés a beber é um inútil, um ser prejudicial porque fica
desvairado pelo vício, sua casa e sua família são os bares, os botequins, as
tendinhas, as tascas, enfim, todo lugar onde sinta o delírio do vinho, da
aguardente, da cerveja, do chope, etc.
A bebida alcoólica
não mata a sede, ao contrário, excita-a.
Nenhuma bebida
suplanta a nossa água potável.
Porventura, depois
de passar uma noite a beber, a intoxicar-se, estará algum homem em condições de
bem cumprir os seus deveres, de produzir alguma coisa de bom no dia seguinte?
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É lógico que não . O
álcool perturba o espírito e danifica o organismo.
O alcoólatra não
inspira confiança. Termina os seus dias no hospital, no presídio, ou no
suicídio.
O álcool é veneno
lento que deforma e mata
Por Maria Cottas
Fonte: Jornal A Razão- 2007
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